A Ação Cultural Feminista de setembro o SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia coloca em debate suas reflexões acumuladas sobre o entrelaçamento entre as lutas pela legalização do aborto e de combate a violência contra as mulheres.

Os dados apresentados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública constataram que a violência contra as mulheres, sobretudo os casos de feminicídio, registraram o aumento de 1% em 2024, em relação ao ano anterior. Essa tendência vai na contramão da redução dos casos de mortes violentas no Brasil e traz um alerta: as medidas protetivas têm sido insuficientes para evitar feminicídio. Analba Brazão, pesquisadora da área no SOS Corpo faz uma análise dos dados e convoca uma reação da sociedade para resguardar a vida de todas as mulheres.

Nós, do SOS Corpo – Instituto feminista para a democracia, manifestamos nossa solidariedade à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva que foi alvo de violência patriarcal e racista.

Convocada pelas Comissões de Direitos Humanos e das Mulheres da ALEPE, audiência pública foi a articulada através de ações da Campanha Levante Feminista contra o Feminicídio, Lesbocídio e Transfeminicídio, que apresentou Documento Crítico denunciando a ineficiência da gestão de Raquel Lyra em fazer barrar a violência contra as mulheres no estado

Durante dois dias, representantes de 31 organizações e movimentos feministas diversos de Pernambuco se reuniram para avaliar os acúmulos, desafios e estratégias nestes três anos de Campanha Permanente e se organizar para o Encontro Nacional que vai acontecer em novembro, em Brasília.

Aberto para mulheres cis e trans, o curso acontecerá nos dias 30 e 31 de julho na sede do SOS Corpo. As inscrições devem ser feitas até o dia 04 de julho e as selecionadas serão informadas por e-mail ou contato por telefone. Inscreva-se agora!

Na abertura do mês de Março da #lutafeminista, apresentamos a publicação de mais uma Leitura Crítica, dessa vez sobre o tema da mobilidade urbana, o contexto da violência contra as mulheres no espaço público e os impactos na vida produtiva e reprodutiva das mulheres. Embasada por teóricas feministas negras e decoloniais, Mércia Alves apresenta um panorama da crise urbana e lança um olhar sobre o contexto na vida das mulheres negras.