{"id":3336,"date":"2015-10-07T13:04:57","date_gmt":"2015-10-07T16:04:57","guid":{"rendered":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=3336"},"modified":"2015-10-07T13:10:57","modified_gmt":"2015-10-07T16:10:57","slug":"video-que-debate-racismo-sera-lancado-hoje-dia-7-no-patio-de-sao-pedro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=3336","title":{"rendered":"V\u00eddeo que debate racismo ser\u00e1 lan\u00e7ado hoje, dia 7, no P\u00e1tio de S\u00e3o Pedro"},"content":{"rendered":"<div>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">O Comit\u00ea Pernambuco da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Viol\u00eancia e pelo Bem Viver divulga lan\u00e7amento de v\u00eddeo hoje \u00e0 noite, a partir das 19h, no P\u00e1tio de S\u00e3o Pedro, no Recife.<\/p>\n<p align=\"justify\">O v\u00eddeo \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea e do SOS Corpo &#8211; Instituto Feminista para a Democracia e mobiliza para a grande marcha de mulheres negras que acontecer\u00e1 em Bras\u00edlia, no pr\u00f3ximo dia 18 de novembro.<\/p>\n<p align=\"justify\">O ato de lan\u00e7amento contar\u00e1 com apresenta\u00e7\u00f5es do Afox\u00e9 Alafin Oy\u00f3, Afox\u00e9 Oya Tokole Owo, al\u00e9m de performances po\u00e9ticas negras e\u00a0da banda\u00a0Casas Populares da BR 232.<\/p>\n<p align=\"justify\"><u>Assista o clipe teaser<\/u>:\u00a0 <span style=\"color: #cc99ff;\">\u00a0<strong><a style=\"color: #cc99ff;\" href=\"https:\/\/youtu.be\/P6dTMUoR-aY\" target=\"_blank\">https:\/\/youtu.be\/P6dTMUoR-aY<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p align=\"justify\"><b>Sobre a Marcha<span style=\"color: #0000ff;\">*<\/span><\/b><\/p>\n<p align=\"justify\">A Marcha de Mulheres Negras est\u00e1 sendo constru\u00edda em todos os estados do Brasil e, em Pernambuco come\u00e7ou a ser organizada desde mar\u00e7o de 2014.\u00a0Ser\u00e1 realizada em Bras\u00edlia no pr\u00f3ximo dia 18 de novembro, com mulheres negras de todos os estados do Brasil.<\/p>\n<div>\n<div class=\"adm\">A proposta da Marcha \u00e9 articular as mulheres negras brasileiras para dar maior visibilidade a situa\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o secular da popula\u00e7\u00e3o negra, especialmente das mulheres; homenagear a ancestralidade e exigir do Estado brasileiro, bem como de todos os setores da nossa sociedade, respeito e compromisso com a promo\u00e7\u00e3o da equidade racial e de g\u00eanero, a fim de que as mulheres negras tenham as condi\u00e7\u00f5es para exercer plenamente seus direitos como cidad\u00e3s e construtoras hist\u00f3ricas deste pa\u00eds chamado Brasil.<\/div>\n<div class=\"adm\"><\/div>\n<ul>\n<li><strong>MARCHAMOS PARA SUPERAR O RACISMO E VIVER PLENAMENTE!<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"im\">\n<p align=\"justify\">Somos 64% das pernambucanas, o que significa mais de 3 milh\u00f5es de mulheres, e as desigualdades geradas pelo racismo s\u00e3o cotidianas: entre fam\u00edlias chefiadas por mulheres, 65% s\u00e3o por mulheres negras; a renda domiciliar per capita dos homens brancos pernambucanos \u00e9 em m\u00e9dia de R$ 907,70 e a das mulheres negras de R$ 582,50; Pernambuco est\u00e1 entre os estados com maiores \u00edndices de assassinatos de jovens negros: nossos filhos, irm\u00e3os, maridos, companheiros, pais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os avan\u00e7os nas pol\u00edticas p\u00fablicas nos \u00faltimos 10 anos favoreceram algumas mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es de vida das mulheres negras, como a eleva\u00e7\u00e3o de nossa escolaridade. A partir de nossos esfor\u00e7os, transformando poucas oportunidades em conquistas, hoje temos mais anos de escolaridade e estamos em maior n\u00famero no ensino superior que os homens negros, mas ainda h\u00e1 desigualdades em rela\u00e7\u00e3o aos homens brancos e \u00e0s mulheres brancas. E esse avan\u00e7o na escolaridade n\u00e3o tem se refletido na inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, porque o racismo e o sexismo ainda impedem que tenhamos acesso a postos com sal\u00e1rios que correspondam a esse novo perfil profissional conquistado com a eleva\u00e7\u00e3o de nossa escolaridade e forma\u00e7\u00e3o profissional. In\u00fameras mulheres negras qualificadas est\u00e3o hoje em empregos mal pagos e desprotegidos porque o mercado as recusa em outras fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p align=\"justify\">Por outro lado, sempre contribu\u00edmos para o desenvolvimento deste estado, com nossa for\u00e7a de trabalho e diferentes talentos. Para citar apenas um exemplo, somos n\u00f3s mulheres negras que alavancamos uma das maiores fontes de riqueza de Pernambuco, que \u00e9 o \u201ccarnaval multicultural\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Para n\u00f3s, estas manifesta\u00e7\u00f5es significam muito mais que a \u201ceconomia do carnaval\u201d. Representam, historicamente, formas de resist\u00eancia \u00e0 desumaniza\u00e7\u00e3o gerada pelo racismo. S\u00e3o um elogio \u00e0 nossa beleza est\u00e9tica, musical, art\u00edstica. S\u00e3o estrat\u00e9gias para manter nossas fam\u00edlias e comunidades unidas em torno da cultura, que alimenta alma e corpo. Nossa alma negra se alegra nesse universo herdado de nossa ancestralidade africana, vivida na cultura e nos terreiros de candombl\u00e9, sustentados, em sua maioria, por mulheres negras que s\u00e3o l\u00edderes generosas, firmes e acolhedoras.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nesta Marcha das Mulheres Negras, estamos mais uma vez organizadas e denunciando que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel negar a exist\u00eancia do racismo ou invisibilizar as desigualdades geradas por ele. O mito da democracia racial, criado em terras pernambucanas por Gilberto Freyre, h\u00e1 muito foi desconstru\u00eddo pelo movimento negro brasileiro. A popula\u00e7\u00e3o negra afirma cada vez mais sua identidade racial e avan\u00e7a em diferentes campos na sociedade.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>ESTAMOS EM MARCHA POR UMA VIDA SEM VIOL\u00caNCIA<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">Todos os dias, mulheres, jovens e meninas, no Brasil e no mundo, s\u00e3o submetidas a formas de viol\u00eancia. Nos dados nacionais, uma em cada cinco mulheres, considera j\u00e1 ter sofrido \u201calgum tipo de viol\u00eancia de parte de algum homem, conhecido ou desconhecido\u201d (Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, 2010).<\/p>\n<p align=\"justify\">Marchamos pelo fim da viol\u00eancia simb\u00f3lica que deixa insegura uma nova gera\u00e7\u00e3o. E quem nos diz isso, n\u00e3o s\u00e3o apenas as manifesta\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia que sofremos todos os dias nas pra\u00e7as, lojas, \u00f4nibus, postos de sa\u00fade, cinemas, escolas, universidades, igrejas, templos, terreiros, em nossas casas, no trabalho, nas cal\u00e7adas, nas delegacias&#8230; S\u00e3o dados oficiais: segundo o Mapa da Viol\u00eancia, em 2012, foram mortos no Brasil cerca de 30 mil jovens entre 15 a 29 anos. Destes, 23 mil eram negros. Em um m\u00eas, foram mais de 1.900 jovens negros mortos. Ou seja, cerca de 76 a cada dia, mais de tr\u00eas a cada hora, ou um assassinato a cada 20 minutos. J\u00e1 os dados de 2013 da Central de Atendimento \u00e0 Mulher \u2013 Ligue 180, apontam que 59,4% dos registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica no servi\u00e7o se referem a mulheres negras.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u00c9 preciso ampliar e fortalecer as pol\u00edticas p\u00fablicas de combate ao racismo e \u00e0 viol\u00eancia, assim como as pol\u00edticas de inclus\u00e3o social para a popula\u00e7\u00e3o negra.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>O SENTIDO DO BEM VIVER PARA AS MULHERES NEGRAS<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">O conceito de Bem Viver se fortalece na Am\u00e9rica Latina com a den\u00fancia e cr\u00edtica do modelo\u00a0desenvolvimentista explorat\u00f3rio: trata da recupera\u00e7\u00e3o do sentido de liga\u00e7\u00e3o com a terra e seus recursos, de forma equilibrada e sustent\u00e1vel, sendo garantido aos povos ind\u00edgenas, quilombolas e das florestas o direito \u00e0s terras tradicionais.<\/p>\n<p align=\"justify\">A expuls\u00e3o dos ind\u00edgenas de suas terras e a explora\u00e7\u00e3o do trabalho negro escravizado se justificaram em torno das etnicidades e das racialidades, estruturando uma sociedade racista em que os sujeitos ind\u00edgenas e negros constitu\u00edam os grupamentos oprimidos. As mulheres negras tamb\u00e9m, al\u00e9m de serem exploradas no trabalho produtivo, eram submetidas ao trabalho reprodutivo, gerando mais seres humanos escravizados. A constitui\u00e7\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es sociais em torno das mulheres negras situou-as no lugar de trabalhadoras manuais e sexuais, al\u00e9m de m\u00e3es destitu\u00eddas de seus filhos e filhas para promover mais escravid\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Do escravismo colonial para o capitalismo, o crit\u00e9rio \u00e9tnico, racial e sexual do modo de produ\u00e7\u00e3o colonial migrou para a divis\u00e3o de trabalho. A industrializa\u00e7\u00e3o se estruturou sobre a explora\u00e7\u00e3o sem limites dos recursos naturais e humanos, atingindo fundamentalmente os povos ind\u00edgenas e a popula\u00e7\u00e3o negra, com a explora\u00e7\u00e3o desumana de sua for\u00e7a de trabalho supostamente assalariada e a nega\u00e7\u00e3o dos direitos pol\u00edticos, civis, econ\u00f4micos, sociais e culturais. Muitas vezes, o trabalho \u201cassalariado\u201d escondia novos modelos de escraviza\u00e7\u00e3o, como se deu no desenvolvimento de um trabalho dom\u00e9stico assalariado majoritariamente feito por mulheres e negras. Como m\u00e3es, as mulheres negras continuaram a assumir um trabalho reprodutivo racialmente orientado, a partir de uma pol\u00edtica de embranquecimento cuja mesti\u00e7agem propagava um modelo desenvolvimentista racista.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em poucas palavras, o Bem Viver, para as mulheres negras, significa uma vida na qual:<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">os direitos produtivos e reprodutivos sejam garantidos plenamente;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">o trabalho n\u00e3o se constitua um epicentro de explora\u00e7\u00e3o racista e sexista, mas uma for\u00e7a social<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">orientada pela solidariedade e sentido de coletividade, com equil\u00edbrio e justi\u00e7a social;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">as m\u00e3es negras n\u00e3o tenham seu terreno familiar e afetivo assaltado e destro\u00e7ado com a<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">viol\u00eancia policial e urbana que vitima a inf\u00e2ncia e juventude negras;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">os direitos pol\u00edticos oportunizem a ampla participa\u00e7\u00e3o feminina negra, com direito a voz e contesta\u00e7\u00e3o;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">os direitos civis sejam maximamente respeitados, garantindo integridade f\u00edsica, psicol\u00f3gica e simb\u00f3lica dos corpos e das cosmovis\u00f5es das mulheres negras;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">em que os direitos econ\u00f4micos reconstituam o tecido social, extinguindo a concentra\u00e7\u00e3o de<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">renda;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">os direitos sociais garantam vida plena, sa\u00fade integral, educa\u00e7\u00e3o de qualidade, moradia digna, acesso \u00e0 terra e \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel dos recursos socioambientais;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">os direitos ambientais constituam um ambiente social e naturalmente sadio;<\/span><\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">os direitos culturais reconhe\u00e7am as express\u00f5es, cria\u00e7\u00f5es, manifesta\u00e7\u00f5es e vis\u00f5es de mundo caracter\u00edsticas e espec\u00edficas das comunidades negras, nas quais o protagonismo feminino se destaca.<\/span><\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><span style=\"color: #cc99ff;\">\u00a0<i>(*Fonte: Fragmentos do Boletim da Marcha de Mulheres Negras em Pernambuco, organizado por M\u00f4nica Oliveira e Nathalia D&#8217;Emery)<\/i><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"justify\">SERVI\u00c7O<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"justify\"><span style=\"color: #0000ff;\">Lan\u00e7amento do V\u00eddeo sobre a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Viol\u00eancia e pelo Bem Viver no Recife<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\">Dia: Hoje, dia 07\/10\/15<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\">Hora: 19h<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\">Local: P\u00e1tio de S\u00e3o Pedro, no Recife.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"justify\"><b>Realiza\u00e7\u00e3o<\/b>: Comit\u00ea Pernambuco da Marcha de Mulheres Negras e do SOS Corpo &#8211; Instituto Feminista para a Democracia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Comit\u00ea Pernambuco da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Viol\u00eancia e pelo Bem Viver divulga lan\u00e7amento de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[123,102],"class_list":["post-3336","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-lutafeminista","tag-marcha-das-mulheres-negras","tag-video"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p5mcIC-RO","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":false,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3336","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3336"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3336\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3343,"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3336\/revisions\/3343"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3336"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3336"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3336"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}