{"id":13770,"date":"2021-03-15T19:35:00","date_gmt":"2021-03-15T22:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=13770"},"modified":"2025-07-18T15:57:17","modified_gmt":"2025-07-18T18:57:17","slug":"um-8m-de-lutas-feministas-e-populares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=13770","title":{"rendered":"Um 8M de lutas feministas e populares"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\"><em>Dia Internacional de Luta das Mulheres n\u00e3o p\u00f4de, em 2021, ser de multid\u00f5es. Mas sa\u00edmos \u00e0s ruas e redes, em todo o Brasil, para exigir, durante a pandemia, a volta do aux\u00edlio emergencial, vacinas para todos e o fim urgente do governo genocida<\/em><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"480\" data-attachment-id=\"13771\" data-permalink=\"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?attachment_id=13771\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/2021-03-08-8M-LarissaBrainer_MTSTPE-5-scaled.jpg?fit=2560%2C1920&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"2560,1920\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;2.4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;SM-G9650&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Processed with VSCO with e3 preset&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1615184209&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Copyright 2021. 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A t\u00f4nica do movimento feminista sempre foi de agir pela transforma\u00e7\u00e3o do mundo, ocupando massivamente as ruas, para fazer o enfrentamento ao patriarcado racista colonial. Sempre sem medo, porque isso n\u00f3s temos mas n\u00e3o usamos, como nos ensinou Margarida Alves. Mas esse 8 de Mar\u00e7o, Dia Internacional de Luta das Mulheres, precisou ser diferente por conta do grave momento de descontrole da contamina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus no Brasil e em respeito \u00e0 vida de milh\u00f5es de pessoas que ainda poderiam estar entre n\u00f3s se o governo Bolsonaro\/Mour\u00e3o, o Congresso Nacional e os demais poderes competentes estivessem encarando a maior crise sanit\u00e1ria do pa\u00eds de maneira efetiva e eficaz.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, n\u00e3o ficamos em sil\u00eancio. Todo o movimento feminista me mexeu. Diferentes agrupamentos da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres Brasileiras (AMB) realizaram a\u00e7\u00f5es de rua tomando todas as precau\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias. Em Pernambuco, o F\u00f3rum de Mulheres do Agreste fez um ato em frente \u00e0 C\u00e2mara de Vereadores da cidade de Orob\u00f3. Na Regi\u00e3o Metropolitana do Recife, o F\u00f3rum de Mulheres de Pernambuco fez a\u00e7\u00f5es de colagem de lambes junto ao Espa\u00e7o Mulher, no bairro recifense de Passarinho e ao Coletivo de Mulheres de Jaboat\u00e3o, na cidade de Jaboat\u00e3o dos Guararapes. No Sert\u00e3o do estado, mulheres do FMPE tamb\u00e9m foram \u00e0s ruas na cidade de Ouricuri para exigir vacina, pol\u00edticas p\u00fablicas em sa\u00fade para melhores atendimentos, trabalho e renda b\u00e1sica permanente j\u00e1!<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00e7\u00f5es do tipo tamb\u00e9m foram realizadas pelo F\u00f3rum Cearense de Mulheres, pelo F\u00f3rum de Mulheres do Esp\u00edrito Santo, do F\u00f3rum de Mulheres da Amaz\u00f4nia Paraense, da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres do Amap\u00e1 e pelo Coletivo Motim Feminista, na cidade de Mossor\u00f3, no Rio Grande do Norte, entre outros. \u201cEstamos sem emprego e sem pol\u00edtica assistencial para garantir a sobreviv\u00eancia cotidiana, comida, \u00e1gua, energia e medicamentos. Convivemos com a precariza\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas, desmonte do Sistema \u00danico de Sa\u00fade, fundamental para o atendimento a pacientes contaminados por covid, resultando em uma crise sanit\u00e1ria que alcan\u00e7a dimens\u00f5es de um genoc\u00eddio\u201d, <a href=\"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=13695\">denuncia<\/a> a AMB em Manifesto Coletivo lan\u00e7ado por escrito e em v\u00eddeo neste 8 de Mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros movimentos tamb\u00e9m realizaram a\u00e7\u00f5es diretas para denunciar o momento cr\u00edtico pelo qual milh\u00f5es de mulheres e suas fam\u00edlias t\u00eam enfrentado ao longo do \u00faltimo ano. Em S\u00e3o Paulo, mulheres do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) fizeram uma a\u00e7\u00e3o de den\u00fancia em frente \u00e0 empresa Camil, contra o roubo do pre\u00e7o do arroz atualmente nos supermercados. Com faixas que diziam que \u201ca ordem \u00e9 n\u00e3o passar fome\u201d, entregaram panfletos e distribu\u00edram arroz org\u00e2nico para as trabalhadoras e trabalhadores que passavam por elas. No Paran\u00e1, em diferentes cidades do estado, as militantes do MST fizeram distribui\u00e7\u00f5es de alimentos org\u00e2nicos e quentinhas para questionar o aumento do pre\u00e7o dos alimentos e para denunciar os lucros do agroneg\u00f3cio. Em Pernambuco, mulheres da Ocupa\u00e7\u00e3o Carolina de Jesus, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), bloquearam a BR 101 nas primeiras horas do dia, ateando fogo em pneus para exigir a vacina\u00e7\u00e3o massiva da popula\u00e7\u00e3o pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade e do imediato retorno do aux\u00edlio emergencial no valor de R$ 600 para que as pessoas n\u00e3o morram de fome.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, assim como em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, a grande express\u00e3o feminista foi vista nas redes. O #8M2021 no Brasil foi marcado por m\u00faltiplas a\u00e7\u00f5es digitais ao longo do dia. Movimentos, organiza\u00e7\u00f5es e coletivos ocuparam a internet com transmiss\u00f5es ao vivo onde o discurso foi un\u00edssono e alerta: n\u00e3o podemos mais esperar, precisamos tirar com urg\u00eancia este genocida e seus aliados do poder. Pela Vida das Mulheres, #ForaBolsonaroeMour\u00e3o. Os atos virtuais potencializaram a den\u00fancia das condi\u00e7\u00f5es de subordina\u00e7\u00e3o das mulheres pela pol\u00edtica neoliberal bolsonarista, que tem intensificado a banaliza\u00e7\u00e3o da morte, seja pela omiss\u00e3o em conter a crise sanit\u00e1ria, seja por sua ideologia s\u00e1dica que tem aumentado a viol\u00eancia cotidiana e os casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica e feminic\u00eddios no pa\u00eds. Durante a pandemia, por dia, <a href=\"https:\/\/azmina.com.br\/reportagens\/na-pandemia-tres-mulheres-foram-vitimas-de-feminicidio-por-dia\/\">tr\u00eas mulheres foram v\u00edtimas de feminic\u00eddio<\/a>. Num total de 1005 registros entre mar\u00e7o a dezembro de 2020, de acordo com levantamento feito pelas m\u00eddias independentes AzMina, Amaz\u00f4nia Real, #Colabora, Eco Nordeste, Marco Zero Conte\u00fado, Ponte Jornalismo e Portal Catarinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da den\u00fancia do aumento exponencial de feminic\u00eddios diante de medidas como o da amplia\u00e7\u00e3o e flexibiliza\u00e7\u00e3o do porte de armas, o #8M2021 denunciou a precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de vida das mulheres, de trabalho e renda e da sobrecarga do trabalho de cuidados durante a pandemia. \u201cO desemprego e a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho crescem mais entre n\u00f3s mulheres e a sobrecarga no trabalho dom\u00e9stico e de cuidados consome o nosso tempo, nossos corpos e nos vulnerabiliza ainda mais ao adoecimento da pandemia\u201d, destaca outro trecho do Manifesto da AMB.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com dados publicados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), em 2020, as mulheres representaram 65,6% das que perderam o emprego formal durante a pandemia, sem contar as milh\u00f5es de trabalhadoras informais que perderam suas fontes de renda. Tamb\u00e9m somos n\u00f3s as que mais est\u00e3o na chamada inatividade ou desalento \u2014 quando n\u00e3o est\u00e3o trabalhando e nem procurando emprego formal \u2013, de acordo com a PNAD Cont\u00ednua 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), totalizando 8,5 milh\u00f5es. Isso revela como a pandemia sobrecarrega o trabalho das mulheres com o cuidado da fam\u00edlia. Segundo o Relat\u00f3rio Minera, <a href=\"http:\/\/www.generonumero.media\/mulheres-trabalho\/\">93% das mulheres brasileiras exercem trabalhos n\u00e3o remunerados<\/a> em tarefas dom\u00e9sticas, de cuidados ou para produzir o pr\u00f3prio consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste 8 de mar\u00e7o, <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2021\/03\/11\/pautas-conservadoras-nao-ficarao-esquecidas-afirma-bia-kicis-ao-assumir-a-ccj\">o antifeminismo tamb\u00e9m se moveu<\/a>: Bia Kicks (PSL\/DF) foi declarada a nova presidente da Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania (CCJ). A deputada foi eleita prometendo priorizar pautas conservadoras, a exemplo da lei que prev\u00ea a libera\u00e7\u00e3o do ensino de crian\u00e7as em casa, o chamado <em>homeschooling<\/em>, que escancara a pol\u00edtica fundamentalista de redomestica\u00e7\u00e3o das mulheres. Segundo resgate realizado pelo Cfemea, <a href=\"https:\/\/www.cfemea.org.br\/index.php\/noticias\/4896-radar-feminista-urgente-bia-kicis-eleita-nova-presidente-da-ccj\">em Radar Feminista sobre o Congresso Nacional<\/a>, a deputada \u00e9 \u201cbolsonarista fiel, negacionista e pr\u00f3-morte\u201d e estar\u00e1 \u00e0 frente da aprecia\u00e7\u00e3o dos pedidos de impeachment e 12 projetos relacionados a direitos reprodutivos que est\u00e3o na Comiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A Frente Nacional pela Descriminaliza\u00e7\u00e3o das Mulheres e Pela Legaliza\u00e7\u00e3o do Aborto, atrav\u00e9s de Silvia Camur\u00e7a, alertou que o objetivo da bancada fundamentalista, da qual a Bia Kicis faz parte, \u201c\u00e9 estabelecer \u00e0 for\u00e7a a maternidade obrigat\u00f3ria para todas as crian\u00e7as, jovens e mulheres em qualquer circunst\u00e2ncia. Eles est\u00e3o firmes neste prop\u00f3sito\u201d, afirmou na <a href=\"https:\/\/twitter.com\/lutafeminista\/status\/1369073013795287040\"><em>live <\/em><\/a><a href=\"https:\/\/twitter.com\/lutafeminista\/status\/1369073013795287040\">Hora do Levante<\/a>, relembrando o caso emblem\u00e1tico ocorrido no ano passado, quando pol\u00edticos fundamentalistas impulsionados pela ministra Damares Alves tentaram impedir o direito ao procedimento de aborto legal por uma menina de 10 anos que ficou gr\u00e1vida ap\u00f3s ser violentada. A jun\u00e7\u00e3o de for\u00e7as fundamentalistas, milicianas, militares e do capital financeiro est\u00e3o destruindo o Estado brasileiro, ao mesmo tempo em que retiram direitos conquistados e avan\u00e7am com pautas conservadoras que s\u00e3o o pren\u00fancio de que a vida de n\u00f3s mulheres pode ficar muito pior caso Bolsonaro e Mour\u00e3o sigam no poder.<\/p>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es neste #8M2021 nos enchem de g\u00e1s. O 8 de mar\u00e7o \u00e9 um projeto coletivo de luta das mulheres por melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e por uma sociedade com justi\u00e7a social, livre do patriarcado racista colonial. Retomamos o f\u00f4lego que se somou ao respiro de esperan\u00e7a que representa a anula\u00e7\u00e3o pelo Superior Tribunal Federal das acusa\u00e7\u00f5es fraudulentas dos processos da Lava-Jato contra o ex-presidente Lula, orquestrada de maneira corrupta por S\u00e9rgio Moro. H\u00e1 muito trabalho a ser feito e precisamos de todo mundo no front.<\/p>\n\n\n\n<p>O que o contexto de um leve giro na correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as na pol\u00edtica nacional nos coloca \u00e9 que precisamos agitar as redes e as ruas para pressionar pela derrubada do governo. N\u00f3s, feministas, o campo da esquerda partid\u00e1ria e dos outros movimentos sociais temos uma tarefa imensa para isso. Precisamos somar for\u00e7as, mesmo estando em pandemia. Uma hora este caldeir\u00e3o vai estourar e precisamos capilarizar uma alternativa coletiva para a sa\u00edda dessa crise. Construir um projeto de futuro, unindo for\u00e7as feministas, movimento negro, ind\u00edgena, juventude, ecum\u00eanico, LGBTQIA+, a classe trabalhadora em geral, para que possamos enfrentar com esperan\u00e7a a for\u00e7a que est\u00e1 do outro lado. N\u00e3o h\u00e1 tempo para esperar por 2022.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia Internacional de Luta das Mulheres n\u00e3o p\u00f4de, em 2021, ser de multid\u00f5es. 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