{"id":13603,"date":"2021-02-19T17:10:51","date_gmt":"2021-02-19T20:10:51","guid":{"rendered":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=13603"},"modified":"2021-02-19T17:10:53","modified_gmt":"2021-02-19T20:10:53","slug":"feminismo-para-pensar-um-forum-social-mundial-mais-justo-e-inclusivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=13603","title":{"rendered":"Feminismo para pensar um F\u00f3rum Social Mundial mais Justo e Inclusivo"},"content":{"rendered":"\n<p>No dia 28 de janeiro de 2021, um coletivo de articula\u00e7\u00f5es compostas por organiza\u00e7\u00f5es, entidades e grupos do movimento feminista de todo o mundo realizou o painel para discutir a pot\u00eancia do feminismo dentro do F\u00f3rum Social Mundial, processo realizado entre os dias 23 a 31 de janeiro deste ano de maneira virtual por conta da pandemia do coronav\u00edrus. O painel Feminismos e Dissid\u00eancias Sexuais no FSM foi organizado pela <strong>Articulaci\u00f3n Feminista Marcosur, AWID, CEAAL, CIRANDA, DAWN, Feminismos de Abya Yala, Nandita Gandhi,\u00a0 REAS Red de Redes, REPEM, Nandita Shah e o SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia. <\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>No marco dos 20 anos do FSM, em meio a debates voltados para se pensar o sentido, fortalecimento deste espa\u00e7o importante para difus\u00e3o das pautas e lutas dos movimentos sociais de maneira internacionalista, bem como a sua a\u00e7\u00e3o no mundo, o painel convocado pela articula\u00e7\u00e3o dos movimentos feministas veio para iniciar uma campanha para ampliar a pot\u00eancia de a\u00e7\u00e3o do Feminismo nas inst\u00e2ncias do FSM. Mesmo estando presente na constru\u00e7\u00e3o ao longo da hist\u00f3ria do F\u00f3rum, o Feminismo, enquanto sujeito pol\u00edtico, ainda enfrenta um processo de muita luta para democratizar as inst\u00e2ncias internas do FSM, mas tamb\u00e9m para expandir a luta feminista integrada \u00e0s demais causas presentes nos espa\u00e7os de reflex\u00e3o do F\u00f3rum por todo o mundo. <\/p>\n\n\n\n<p>A campanha at\u00e9 o M\u00e9xico 2022, local onde vai acontecer o pr\u00f3ximo F\u00f3rum Social Mundial, vem no sentido de convocar um chamado para pensar um F\u00f3rum mais justo e inclusivo, fortalecendo o di\u00e1logo do Feminismo como sujeito pol\u00edtico e uma a\u00e7\u00e3o transformadora com as pautas coletivas. Assim, o painel, al\u00e9m de refletir o lugar do Feminismo ao longo desses 20 anos de constru\u00e7\u00e3o do FSM, apontou caminhos de fortalecimento e mobiliza\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo encontro presencial, mas tamb\u00e9m para fortalecer a presen\u00e7a do F\u00f3rum pelo mundo, potencializando sujeitos, lutas e transforma\u00e7\u00f5es sociais. <\/p>\n\n\n\n<p>Maria Bet\u00e2nia \u00c1vila, soci\u00f3loga e pesquisadora integrante do SOS Corpo, acompanha o processo do F\u00f3rum Social Mundial desde a primeira edi\u00e7\u00e3o, realizada em 2001. Compartilhamos abaixo, a \u00edntegra da apresenta\u00e7\u00e3o feita por ela durante o painel acima citado, onde a ativista feminista apresenta alguns caminhos de reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o em torno do chamado proposto pela campanha do movimento feminista para o FSM. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"480\" data-attachment-id=\"13615\" data-permalink=\"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?attachment_id=13615\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?fit=1536%2C1152&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1536,1152\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"forum_social_mundial_2020_02-1536&amp;#215;1152\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?fit=300%2C225&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?fit=640%2C480&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-13615\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/forum_social_mundial_2020_02-1536x1152-1.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u201c<strong>Feminismos e Dissid\u00eancias Sexuais no FSM. Campanha at\u00e9 o M\u00e9xico 2022: Um chamado para pensar um F\u00f3rum mais justo e inclusivo\u201d<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p><strong><em>*Por Maria Bet\u00e2nia \u00c1vila<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O F\u00f3rum Social Mundial \u00e9 um processo potencialmente de radicalidade porque nesse contexto est\u00e3o presentes os movimentos que lutam contra todas as formas de opress\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o e discrimina\u00e7\u00e3o, que trazem as contradi\u00e7\u00f5es presentes na realidade social. Os espa\u00e7os e processos dos grandes encontros do F\u00f3rum Social Mundial re\u00fanem experi\u00eancias muito diferentes e de diferentes temporalidades, desde a mem\u00f3ria e pr\u00e1ticas da ancestralidade dos povos origin\u00e1rios aos problemas das formas de vida e as trag\u00e9dias e resist\u00eancias dos dias atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Estamos aqui desde o seu in\u00edcio e somos construtoras do processo, nossas causas e nossas a\u00e7\u00f5es como sujeitos coletivos ainda n\u00e3o se expressam e n\u00e3o s\u00e3o devidamente reconhecidos na sua conforma\u00e7\u00e3o geral. E temos quest\u00f5es e cr\u00edticas ao processo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qual a relev\u00e2ncia do movimento feminista nesse devir do FSM e qual a relev\u00e2ncia do FSM para nossas causas e nossa for\u00e7a como movimento internacionalista?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O FSM cria alguma correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as? Contribui para fortalecer e articular movimentos sociais nessa perspectiva de confortar essa ordem social mundial?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>FSM,  qual o efeito nas lutas e urg\u00eancias de protestos nesse mundo t\u00e3o desigual?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um problema \u00e9 um espa\u00e7o\/tempo dos movimentos sociais e n\u00e3o ser de fato permanentemente constitu\u00eddo por sua imensa pluralidade n\u00e3o apenas no momento dos grandes encontros, mas no processo que leva e dar sentido a esses encontros, sejam presenciais ou virtuais. Essa contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 para ser enfrentada. Al\u00e9m disso para chegar at\u00e9 aqui, no momento dos grandes encontros, s\u00f3 faz sentido se o caminho FSM for pontuado de reverbera\u00e7\u00f5es das lutas dos movimentos sociais no mundo de protestos de confrontos e apoios.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser conflu\u00eancia de for\u00e7as vivas e aut\u00f4nomas, coletivos em conflu\u00eancia desde territ\u00f3rios e espa\u00e7os locais e que se lan\u00e7am na esfera da luta global. Sem enraizamento e mobiliza\u00e7\u00f5es locais, o mundial se torna um discurso vazio e sem materialidade, isto \u00e9, sem movimento real, concreto dos sujeitos coletivos em suas lutas. Estamos sempre posicionadas localmente em rela\u00e7\u00e3o aos lugares do mundo onde habitamos e lutamos. N\u00e3o existe um espa\u00e7o que o centro do mundo e os espa\u00e7os outros que s\u00e3o locais do mundo. N\u00e3o pode existir uma hierarquia espacial, \u00e9 a conflu\u00eancia dos locais, todos centrais, que constitui a nossa internacionalidade. Como sujeitos coletivos somos ao mesmo tempo, locais e globais, e nessa dial\u00e9tica, de espa\u00e7o e tempo, somos todas e todos sujeitos pol\u00edticos coletivos centrais e principais.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento feminista \u00e9 sujeito constituinte desse F\u00f3rum, \u00e9 parte do seu sentido hist\u00f3rico e precisa enfrentar o seu momento atual para ser parte de quem redefine seu caminho. E agora temos um caminho para o M\u00e9xico e no M\u00e9xico teremos um novo e grande encontro entre os movimentos que formam FSM. N\u00e3o podemos perder o que acumulamos em um momento que precisamos tanto acumular for\u00e7as, criar capacidade de analisar criticamente o mundo, confrontar os advers\u00e1rios e construir alternativas. E a realidade do mundo nos exige organiza\u00e7\u00e3o e lutas locais que se articulem no global. E isso necessita muita organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e muita capacidade de criar escalas de articula\u00e7\u00f5es que possam desafiar os poderes que dominam o mundo. A defesa da vida \u00e9 a urg\u00eancia central, porque as contradi\u00e7\u00f5es se revelam de fato como uma contradi\u00e7\u00e3o entre \u201ccapital e vida\u201d como diz Amaia Orozco. A destrui\u00e7\u00e3o \u00e9 a marca desse sistema como afirmava Marx, e como afirmamos n\u00f3s, \u00e9 um sistema capitalista, racista e patriarcal. E a pandemia \u00e9 uma consequ\u00eancia desse processo de destrui\u00e7\u00e3o permanente do planeta e de todas as formas de vida nele presente.<\/p>\n\n\n\n<p>Precisamos pensar nesse processo que nos permite a conflu\u00eancia entre n\u00f3s e a conflu\u00eancia de n\u00f3s com os outros movimentos sociais. Uma quest\u00e3o desafiadora no processo do FSM \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre autonomia, capacidade de a\u00e7\u00e3o e inven\u00e7\u00e3o de novas formas de organiza\u00e7\u00e3o democr\u00e1ticas, que n\u00e3o tenha como princ\u00edpio organizador as velhas formas hier\u00e1rquicas centralizadoras t\u00e3o criticadas pelo feminismo justamente por formas amparadas em concep\u00e7\u00f5es de poder como hierarquia e submiss\u00e3o em sujeito pol\u00edtico principal, luta principal e contradi\u00e7\u00e3o principal. As contradi\u00e7\u00f5es reveladas s\u00e3o muitas, e os sujeitos pol\u00edticos s\u00e3o muitos e todos principais. Esse \u00e9 um processo permanente e dial\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p>O desafio \u00e9 justamente essa nova rela\u00e7\u00e3o, que pressup\u00f5e alian\u00e7as, conflitos e acordos para caminhar numa dire\u00e7\u00e3o. Enfrentar o conflito democraticamente \u00e9 condi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica para a conflu\u00eancia ter escala de organiza\u00e7\u00e3o para o confronto l\u00e1 fora. O conflito de ideias entre os movimentos sociais \u00e9 um caminho para construir proposi\u00e7\u00f5es coletivas, uma vez que o enfrentamento, marcado pelo antagonismo, n\u00e3o est\u00e1 nesta rela\u00e7\u00e3o, mas fora dela, no confronto com o sistema de poder dominante.<\/p>\n\n\n\n<p>A nossa cr\u00edtica tem que se tornar conflito, presen\u00e7a pol\u00edtica, compromisso. As estrat\u00e9gias se criam no di\u00e1logo, com conflito e reconhecimento da causa e da posi\u00e7\u00e3o dos sujeitos coletivos com as quais nos articulamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um processo dial\u00e9tico de supera\u00e7\u00e3o, recuo avan\u00e7o, reestrutura\u00e7\u00e3o. A consci\u00eancia cr\u00edtica \u00e9 fruto da a\u00e7\u00e3o, da participa\u00e7\u00e3o, a reflex\u00e3o coletiva, isto da pr\u00e1xis. \u00c9 na luta e no processo de organiza\u00e7\u00e3o que surgem as propostas, n\u00e3o pode ser um modelo previamente preparada.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossa for\u00e7a como movimento feminista aqui ou em qualquer outro espa\u00e7o nos exige ter for\u00e7as articuladas, sermos muitas e sermos um movimento de todas as revoltas das mulheres, de todas as suas causas, das que j\u00e1 est\u00e3o postas e das que v\u00e3o surgindo, com a chegada de novas sujeitas. Vejo o movimento como um devir, que conserva a mem\u00f3ria e se expande e avan\u00e7a no tempo e no espa\u00e7o, que se interpela pela chegada das novas sujeitas e pelos problemas que nos desafiam a cada momento. Temos que nos revolucionar permanentemente para fazermos a revolu\u00e7\u00e3o transformadora da vida social.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando estamos juntas na a\u00e7\u00e3o inventamos, criamos o que n\u00e3o estava previsto na teoria e muito menos o estava previsto em modelos fixos ditados por inst\u00e2ncias hier\u00e1rquicas. Temos que ser fortes localmente, para sermos um movimento internacionalista em confronto com a ordem capitalista, racista, patriarcal, colonial, que se apresenta desde sempre como destrui\u00e7\u00e3o, viola\u00e7\u00e3o dos corpos e dos territ\u00f3rios, que se mant\u00e9m pela domina\u00e7\u00e3o, pela explora\u00e7\u00e3o e pelo desapossamento.<\/p>\n\n\n\n<p>A nossa grande e primeira conquista \u00e9 o pr\u00f3prio movimento feminista, a organiza\u00e7\u00e3o das mulheres pela emancipa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do mundo como sujeito da hist\u00f3ria. A nossa presen\u00e7a no mundo como sujeito pol\u00edtico \u00e9 nossa conquista primordial, \u00e9 nossa fonte de liberdade, nosso caminho para emancipa\u00e7\u00e3o coletiva e transforma\u00e7\u00e3o social pelas quais lutamos. Para realizar essa conquista primordial mudamos nossas vidas e muitas morreram e n\u00f3s choramos por essas que se foram e gritamos seus nomes em mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Se queremos o feminismo como um movimento revolucion\u00e1rio temos que ser radicalmente um movimento: Antipatriarcal, anticapitalista antirracista, anticolonial.<\/p>\n\n\n\n<p>E se queremos construir aqui um espa\u00e7o de a\u00e7\u00e3o e conflu\u00eancia entre n\u00f3s, movimento feminista na sua imensa pluralidade e entre n\u00f3s e os outros movimentos sociais temos que entender esse processo como um movimento dial\u00e9tico, temos que ser presen\u00e7a viva, forte e parte da sua defini\u00e7\u00e3o, do seu conflito e da sua a\u00e7\u00e3o. E se o FSM quer de fato contribuir para um outro mundo poss\u00edvel, s\u00f3 o ser\u00e1 com n\u00f3s, sem n\u00f3s n\u00e3o h\u00e1 outro mundo poss\u00edvel, e assim o FSM tem que ser antipatriarcal, anticapitalista, antirracista e anticolonial.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos ao M\u00e9xico juntas. Contribuindo para transformar o FSM, seus processos e suas inst\u00e2ncias de coordena\u00e7\u00e3o, para sermos mais fortes para transformar o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>*Maria Bet\u00e2nia \u00c1vila, SOS Corpo Instituto Feminista pela Democracia e Articula\u00e7\u00e3o Feminista Marcosul &#8211; (AFM)<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No marco dos 20 anos de F\u00f3rum Social Mundial, a edi\u00e7\u00e3o de 2021 apresentou alguns desafios para os movimentos sociais. 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