{"id":11560,"date":"2020-07-10T15:46:00","date_gmt":"2020-07-10T18:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=11560"},"modified":"2020-07-03T20:54:01","modified_gmt":"2020-07-03T23:54:01","slug":"pesquisas-com-mulheres-e-dissidencias-durante-o-isolamento-social-muito-mais-que-um-problema-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?p=11560","title":{"rendered":"Pesquisas com mulheres e dissid\u00eancias durante o isolamento social: muito mais que um problema de sa\u00fade"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\"><em>A principal preocupa\u00e7\u00e3o de mulheres e dissid\u00eancias n\u00e3o \u00e9 contrair o v\u00edrus: \u00e9 ter a comida di\u00e1ria, \u00e9 saber como est\u00e3o outras mulheres de seu entorno que est\u00e3o longe, \u00e9 poder ir ao supermercado sem serem violentadas pela pol\u00edcia. Isso surgiu a partir de uma consulta realizada durante o isolamento social na Prov\u00edncia de C\u00f3rdoba, que logo foi replicada em outros territ\u00f3rios.<\/em><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"356\" data-attachment-id=\"11561\" data-permalink=\"https:\/\/antigo.soscorpo.org\/?attachment_id=11561\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?fit=779%2C433&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"779,433\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"capa-7-1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?fit=300%2C167&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?fit=640%2C356&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?resize=640%2C356&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-11561\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?w=779&amp;ssl=1 779w, https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/antigo.soscorpo.org\/wp-content\/uploads\/capa-7-1.jpg?resize=768%2C427&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong><em>Por Julieta Pollo <\/em><\/strong>|<strong> <a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/www.revistabravas.org\/encuesta-aislamiento-social-por\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Revista BRAVAS n.12<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O isolamento social como medida para prevenir o cont\u00e1gio do covid-19 empurra mulheres, l\u00e9sbicas e trans para uma situa\u00e7\u00e3o de precariza\u00e7\u00e3o e desprote\u00e7\u00e3o ainda mais aguda. Embora se ativaram as redes feministas e as estrat\u00e9gias de cuidado e solidariedade, a sustentabilidade de nossa vida se torna dif\u00edcil entre a falta de rendimentos, a fr\u00e1gil situa\u00e7\u00e3o habitacional, o transbordamento de tarefas de cuidado e as viol\u00eancias m\u00faltiplas. Algumas mulheres t\u00eam que suportar a reclus\u00e3o com seus agressores em um contexto que acrescenta as situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia. H\u00e1 uma curva que n\u00e3o se achata: o feminic\u00eddio \u00e9 o \u00fanico delito que n\u00e3o diminuiu durante a quarentena. Na Argentina, dos 124 feminic\u00eddios ocorridos em 2020, quase a metade ocorreu durante as medidas de isolamento[1].\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>Neste contexto, <a href=\"https:\/\/www.ciscsa.org.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CISCSA[<\/a>2] promoveu uma consulta para conhecer os impactos das medidas de isolamento social preventivo e obrigat\u00f3rio em mulheres, l\u00e9sbicas e trans da prov\u00edncia de C\u00f3rdoba. As respostas recebidas foram sistematizadas no relat\u00f3rio \u201cOs efeitos da pandemia COVID-19: muito mais que um problema de sa\u00fade. Primeiras leituras\u201d. Uma das preocupa\u00e7\u00f5es mais mencionadas pelas mulheres, l\u00e9sbicas e trans consultadas foi garantir a comida di\u00e1ria: 50% das pessoas que responderam a consulta viram seus rendimentos reduzidos ou n\u00e3o t\u00eam nenhum rendimento desde que se implementaram as medidas de isolamento. Algumas indicaram que, mesmo que n\u00e3o se encontrem desenvolvendo atividades exclu\u00eddas pelas medidas de isolamento, saem para trabalhar porque n\u00e3o contam com outras possibilidades para garantir a comida di\u00e1ria. Esta situa\u00e7\u00e3o ataca fortemente aqueles que, por sua vez, realizam tarefas de cuidado. Expressaram estar sobrecarregadas, sobretudo aquelas que n\u00e3o contam com ajuda de outras pessoas para enfrentar o cuidado de filhos e filhas, e de outras pessoas que est\u00e3o sob sua responsabilidade.\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>Outra das preocupa\u00e7\u00f5es mencionadas est\u00e1 relacionada a viver situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia na rua ou no bairro. 30% disseram ter vivido ou saber de pessoas pr\u00f3ximas que receberam maus tratos, abusos ou deten\u00e7\u00f5es arbitr\u00e1rias por parte da Pol\u00edcia de C\u00f3rdoba. No caso particular de pessoas trans, travestis, l\u00e9sbicas e n\u00e3o bin\u00e1rias, manifestou-se especial preocupa\u00e7\u00e3o por maus tratos no ambiente familiar, expuls\u00e3o do lar e situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia urbana.\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>Uma grande quantidade de pessoas consultadas disse estar preocupada por n\u00e3o poder ajudar familiares e amigos que vivem longe. Neste sentido, muitas pessoas apresentaram preocupa\u00e7\u00e3o com amigas, familiares ou vizinhas que se encontram em v\u00ednculos violentos, mas que n\u00e3o os reconhecem como tais. Por sua vez, fizeram refer\u00eancia a estarem atentas para conter e manter la\u00e7os estreitos com outras mulheres. Embora a ampla maioria tenha afirmado ter informa\u00e7\u00e3o sobre onde solicitar ajuda diante de uma situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, pr\u00f3pria ou alheia, as respostas institucionais dos organismos dispostos para atender estas situa\u00e7\u00f5es foram descritas como irregulares ou escassas.\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEntendemos que esta preocupa\u00e7\u00e3o d\u00e1 conta de que a viol\u00eancia contra as mulheres e identidades dissidentes est\u00e1 instalada como problema social, e n\u00e3o do \u00e2mbito privado. Tamb\u00e9m que a casa em si j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 vista como segura; ent\u00e3o, frente ao pedido \u2018Fique em casa\u2019, nos perguntamos o que acontece se em casa est\u00e1 o agressor? Ativou-se certa sensibilidade social que est\u00e1 presente nas respostas das entrevistadas; elas expressaram ter informa\u00e7\u00e3o sobre a onde ir no caso dessas situa\u00e7\u00f5es. Embora os servi\u00e7os n\u00e3o funcionem como quer\u00edamos, h\u00e1 muito mais recurso social e comunit\u00e1rio, e isso \u00e9 muito interessante\u201d, observaram no CISCSA. \u201cA\u00ed onde o Estado n\u00e3o est\u00e1 chegando h\u00e1 um s\u00e9rio problema, mas tamb\u00e9m h\u00e1 um mont\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es e redes de pessoas que est\u00e3o atentas e tentando acompanhar outras\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.wixstatic.com\/media\/b45053_300cb3d65d544840a8fb23b300999643~mv2.jpg\/v1\/fill\/w_716%2Ch_359%2Cal_c%2Cq_80%2Cusm_0.66_1.00_0.01\/El-aislamiento-social---Foto-2---La-tint.webp?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"El-aislamiento-social---Foto-2---La-tint\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Para esta consulta, CISCSA trabalhou com a Comiss\u00e3o G\u00eaneros e Dissid\u00eancias do Conselho Social da <a href=\"https:\/\/sociales.unc.edu.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Faculdade de Ci\u00eancias Sociais<\/a> da Universidade Nacional de C\u00f3rdoba, integrada por organiza\u00e7\u00f5es, como Las Alicias e Servi\u00e7o para A\u00e7\u00e3o Popular e Cat\u00f3licas pelo Direito a Decidir. \u201cLan\u00e7amos a consulta poucos dias antes de se decretar o isolamento social com a inten\u00e7\u00e3o de ter informa\u00e7\u00e3o, em primeira m\u00e3o, a respeito do agravamento das desigualdades estruturais em que essas popula\u00e7\u00f5es j\u00e1 vivem. As medidas de isolamento foram tomadas a partir de um olhar centrado na preven\u00e7\u00e3o, que em seu momento visualizamos como necess\u00e1ria; por\u00e9m, a partir das organiza\u00e7\u00f5es sociais, comunit\u00e1rias e feministas, entendemos que iam refor\u00e7ar as viola\u00e7\u00f5es de direitos e a situa\u00e7\u00e3o de desigualdade de mulheres e dissid\u00eancias, sobretudo as que pertencem a setores populares\u201d, explicaram no CISCSA.\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de reunir informa\u00e7\u00e3o situada com celeridade, a proposta abriu um canal de comunica\u00e7\u00e3o com aqueles que ativaram redes de acompanhamento e colocaram \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o informa\u00e7\u00e3o chave para orientar consultas, exig\u00eancias e propostas para as autoridades locais. Elaboraram-se recomenda\u00e7\u00f5es que foram apresentadas ao Centro de Opera\u00e7\u00f5es de Emerg\u00eancia da Prov\u00edncia de C\u00f3rdoba e aos poderes do Estado provincial, sobre alguns aspectos que n\u00e3o estavam sendo considerados nas medidas tomadas. \u201cFizemos recomenda\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00e3o fornecimento de m\u00e9todos anticonceptivos em centros de sa\u00fade e de elementos de higiene pessoal nos centros comunit\u00e1rios, a descontinuidade de tratamentos hormonais de pessoas trans, a falta de informa\u00e7\u00e3o clara sobre os servi\u00e7os de sa\u00fade, e destacamos situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia institucional contra, por exemplo, mulheres que iam fazer compras com suas filhas \u2013 para o qual \u00e9 necess\u00e1rio a permiss\u00e3o de circula\u00e7\u00e3o \u2013 e receberam amea\u00e7as por parte da pol\u00edcia; entre outras quest\u00f5es\u201d, detalharam no CISCSA.\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>O que come\u00e7ou como uma iniciativa de alcance local, rapidamente se expandiu pela pot\u00eancia das redes feministas. Para o interior da Argentina, a consulta foi adaptada por companheiras da Prov\u00edncia de Mendoza, que fazem parte da Comiss\u00e3o Habitat e G\u00eaneros de HABITAR Argentina. A proposta tamb\u00e9m cruzou as fronteiras e as companheiras da Coletiva Feminista para o Desenvolvimento Local, de El Salvador, a adaptaram e a aplicaram em seu pa\u00eds: neste momento, encontram-se analisando as respostas. Al\u00e9m disso, a consulta foi realizada em n\u00edvel regional pela Rede Mulher e Habitat da Am\u00e9rica Latina, que CISCSA integra junto a outras organiza\u00e7\u00f5es feministas. Foram recebidas respostas de mulheres, trans e l\u00e9sbicas da Col\u00f4mbia, Chile, Brasil, Bol\u00edvia, Guatemala, M\u00e9xico, Peru e outros pa\u00edses latino-americanos. No caso da consulta regional, puderam ser ampliados os eixos abordados inicialmente no tocante a quest\u00f5es ligadas \u00e0 sa\u00fade mental, organiza\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e pol\u00edtica, e condi\u00e7\u00f5es de habitat e moradia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.wixstatic.com\/media\/b45053_71fb8f26d5034ca59f66364598676da8~mv2.jpg\/v1\/fill\/w_716%2Ch_362%2Cal_c%2Cq_80%2Cusm_0.66_1.00_0.01\/El%20aislamiento%20social%20-%20Foto%201%20-%20La%20tint.webp?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"El aislamiento social - Foto 1 - La tint\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.ciscsa.org.ar\/post\/covid-19-mucho-m%C3%A1s-que-un-problema-de-salud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Baixa o relat\u00f3rio completo<\/a>\u200b<\/p>\n\n\n\n<p>[1]&nbsp;<a href=\"https:\/\/twitter.com\/MuMaLaNacional\/status\/1267228844064415751\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Relat\u00f3rio da organiza\u00e7\u00e3o feminista Mumal\u00e1<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>[2] Centro de Interc\u00e2mbio e Servi\u00e7os Cone-Sul Argentina<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A principal preocupa\u00e7\u00e3o de mulheres e dissid\u00eancias n\u00e3o \u00e9 contrair o v\u00edrus: \u00e9 ter a comida di\u00e1ria, \u00e9 saber como est\u00e3o outras mulheres de seu entorno que est\u00e3o longe, \u00e9 poder ir ao supermercado sem serem violentadas pela pol\u00edcia. 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